Sífilis: Entenda todas as formas de contágio e como evitar

A sífilis é uma doença infecciosa tão silenciosa quanto é perigosa. Seus sintomas podem levar anos para se manifestar e trazer sérias complicações para a saúde e qualidade de vida da pessoa. Portanto, esteja à frente, fique atento a todas as formas de contágio e saiba como evitar esse tipo de infecção.

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  1. Sexo sem camisinha

A principal forma de contrair sífilis é através do sexo não seguro. Há uma chance de 30% de a pessoa contrair sífilis ao ter relação sexual sem proteção adequada com uma pessoa infectada pela doença, e nem sempre o parceiro infectado está manifestando sintomas.

O contágio ocorre através do contato direto com as feridas da doença presentes na região genital ou pela troca de fluidos durante a relação.

  1. Contato direto

Em fases mais avançadas, a sífilis também pode ser transmitida através de beijos, troca de salivas, contato com fluidos corporais ou simplesmente pelo toque em qualquer área da boca ou pele que haja feridas da doença.

  1. Transfusão de sangue

A sífilis também pode ser transmitida através de transfusões de sangue, portanto é indispensável descartar a presença da doença, assim como de outras também transmissíveis, antes de receber a transfusão.

Sendo assim, obviamente, pessoas que possuem sífilis não podem ser doadoras de sangue, e quem doa frequentemente sempre deve ser testada a respeito de doenças.

Além disso, a segurança se expande no uso de materiais descartáveis durante a transfusão de sangue, não devendo ser usada mais de uma vez entre pessoas diferentes. Higiene, segurança e saúde!

  1. Transmissão congênita (gestação)

Infelizmente, caso a gestante seja portadora de sífilis e não fez um tratamento adequado para acabar com a doença, ou até mesmo fez um tratamento, porém não funcionou, há uma grande chance de ela transmitir a sífilis para o seu bebê. Esse contágio durante a gravidez pode causar aborto, má formação do bebê ou morte no nascimento.

Alguns bebês chegam a sobreviver com a doença “inativa” em seu corpo, manifestando em até 2 anos depois. Vários tipos de sintomas surgem com essa infecção, como manchas vermelhas na pele, anemia, problemas respiratórios, problemas nos ossos e até deficiência mental. Cada tipo de tratamento varia de acordo com o avanço da doença e idade da criança.

Como evitar a sífilis?

A principal precaução para manter-se longe da sífilis é garantir uso de preservativo nas relações sexuais. É fácil, rápido e grátis conseguir camisinhas em postos de saúde, você só precisa assinar uma lista ou às vezes só pegar em gôndolas no estabelecimento.

Médicos também alertam sobre a falta de segurança em ter relações sexuais com pessoas desconhecidas, ainda que com camisinha, pois as feridas da sífilis e de outras doenças sexualmente transmissíveis podem estar presentes em regiões da genitália as quais a camisinha não protege e ainda pode haver contato físico.

Corre ainda maior risco de contaminação quem troca de parceiros sexuais com maior frequência.

No caso da sífilis congênita, o contágio pode ser evitado através de um pré-natal com acompanhamento específico com tratamento para a mãe e o bebê durante toda a gravidez e logo ao nascimento.

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